Sou a Liliana, tenho 33 anos, sou divorciada.
Ao contrario dos 4 tópicos já abertos, não sou mãe e nem faço questão absolutamente nenhuma de o ser.
No entanto adoro crianças e trabalho indirectamente com elas.
Simplesmente ter um filho implica uma segurança emocional que nunca encontrei, nem no meu casamento, nem nas relações afectivas que tive posteriormente. E para ver crianças a sofrer com a separação dos pais ou em ambientes cheios de discussão… Não, muito obrigado!
Acredito que ainda existam meios em que um filho se sinta feliz e protegido, mas… Sou céptica face à realidade que atravessamos.
Os meus sinceros votos de felicidade a todas as mulheres que querem e vão ser mães.
