Pipas
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Apaixonada pelas 2 princesas :)
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« em: Junho 02, 2009, 14:22:13 » |
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Não é preciso plantar-se à porta do médico assim que descobre que está grávida. Mas é importante pensar nisso e tentar perceber se o clÃnico que consulta habitualmente é o médico mais indicado para seguir a sua gravidez. Tem confiança nele? É acessÃvel? É receptivo à s dúvidas existenciais próprias de uma grávida? Responde claramente à s suas questões? Sente-se à vontade para lhe fazer perguntas...? Depois, a eterna questão: ser seguida no sector público ou no privado?
Se optar pelo público, a vigilância da gravidez ficará a cargo, numa primeira análise, do médico de famÃlia. Em caso de necessidade (gravidezes de risco), a mulher é encaminhada para o hospital de referência. O parto poderá depois ser assistido na maternidade ou no hospital que a mulher quiser - um despacho de 2006, assinado pelo então ministro da Saúde, Correia de Campos, consagrou à s grávidas o direito de escolherem livremente o local onde desejam ter os seus filhos. Se o sistema privado lhe parece a melhor solução, terá de tentar encontrar um obstetra pelos seus próprios meios. O nosso único conselho é que procure um médico que saiba respeitar a sua vontade e que esteja disponÃvel para as suas inquietações.
Quanto à escolha da maternidade, recomendamos vivamente que tenha uma atitude pró-activa. Visite as instalações, faça perguntas, solicite as estatÃsticas das cesarianas e dos partos induzidos, peça para ter acesso à s condutas da unidade (orientações clÃnicas para o parto). Ficará a saber, por exemplo, que na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, a episiotomia é efectuada apenas em caso de necessidade e que, por norma, não são oferecidos ao bebé leite artificial e chupetas. Ou que no Hospital de S. João, no Porto, tem à sua disposição uma banheira para poder relaxar durante a dilatação e um quarto livre de intervenções clÃnicas desnecessárias se desejar ter um parto o menos medicalizado possÃvel.
Revista Pais e Filhos
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