Olá, Visitante. Por favor Entre ou Registe-se se ainda não for membro.

Entrar com nome de utilizador, password e duração da sessão
Páginas: [1]
  Imprimir  
Autor Tópico: Escolha o médico e a maternidade  (Lida 241 vezes)
0 Membros e 2 Visitantes estão a ver este tópico.
Pipas
Global Moderator
Hero Member
*****

Karma: +4/-0
Offline Offline

Mensagens: 4.430


Apaixonada pelas 2 princesas :)


WWW
« em: Junho 02, 2009, 14:22:13 »

Não é preciso plantar-se à porta do médico assim que descobre que está grávida. Mas é importante pensar nisso e tentar perceber se o clínico que consulta habitualmente é o médico mais indicado para seguir a sua gravidez. Tem confiança nele? É acessível? É receptivo às dúvidas existenciais próprias de uma grávida? Responde claramente às suas questões? Sente-se à vontade para lhe fazer perguntas...? Depois, a eterna questão: ser seguida no sector público ou no privado? 

Se optar pelo público, a vigilância da gravidez ficará a cargo, numa primeira análise, do médico de família. Em caso de necessidade (gravidezes de risco), a mulher é encaminhada para o hospital de referência. O parto poderá depois ser assistido na maternidade ou no hospital que a mulher quiser - um despacho de 2006, assinado pelo então ministro da Saúde, Correia de Campos, consagrou às grávidas o direito de escolherem livremente o local onde desejam ter os seus filhos. Se o sistema privado lhe parece a melhor solução, terá de tentar encontrar um obstetra pelos seus próprios meios. O nosso único conselho é que procure um médico que saiba respeitar a sua vontade e que esteja disponível para as suas inquietações.

Quanto à escolha da maternidade, recomendamos vivamente que tenha uma atitude pró-activa. Visite as instalações, faça perguntas, solicite as estatísticas das cesarianas e dos partos induzidos, peça para ter acesso às condutas da unidade (orientações clínicas para o parto). Ficará a saber, por exemplo, que na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, a episiotomia é efectuada apenas em caso de necessidade e que, por norma, não são oferecidos ao bebé leite artificial e chupetas. Ou que no Hospital de S. João, no Porto, tem à sua disposição uma banheira para poder relaxar durante a dilatação e um quarto livre de intervenções clínicas desnecessárias se desejar ter um parto o menos medicalizado possível.

Revista Pais e Filhos
Registado


01/06/2003 o nosso príncipe é uma estrelinha no céu
Páginas: [1]
  Imprimir  
 
Ir para:  

Powered by SMF 1.1.11 | SMF © 2006-2009, Simple Machines LLC
Black Berry V2 Theme By Cadosoas