Pipas
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Apaixonada pelas 2 princesas :)
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« em: Junho 02, 2009, 14:37:02 » |
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Não pense nesta questão como estando resolvida à partida. O apoio contÃnuo de outra pessoa durante o parto é uma das circunstâncias mais determinantes de uma boa experiência. Não por acaso, o Instituto Nacional para a Saúde e Excelência ClÃnica (NICE), organização britânica de grande importância cientÃfica, incluiu este aspecto nas suas recomendações para o parto. Segundo o NICE, a presença e o apoio emocional de outra pessoa durante o parto reduzem os pedidos de analgesia e a probabilidade de o nascimento terminar em cesariana.
É, por isso, fundamental que a pessoa que vai estar ao lado da grávida compreenda exactamente a importância desta missão, defende LuÃsa Condeço. «Deve saber quais as necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto – silêncio, pouca luz, segurança e privacidade – e ter uma noção mÃnima do que é o nascimento», recomenda a doula. O acompanhante é uma espécie de «guardião» da vontade materna, deve, por isso, ser alguém «em quem a mulher confie incondicionalmente», acrescenta LuÃsa Condeço.
Se essa pessoa deve ou não ser o pai, a doula aconselha alguma reflexão: «Nem sempre o pai é a pessoa mais preparada, mais serena, e é importante que a mulher tenha ao seu lado alguém que sabe ao que vai». E com quem partilhe uma grande intimidade fÃsica: «No parto, não pode haver máscaras. A mulher precisa de se sentir livre para deixar o corpo falar. Se, por alguma razão, não tem esse nÃvel de intimidade com o marido, não deve ter receio de dizer que prefere ter outra pessoa a apoiá-la no parto, como a mãe, a parteira ou uma doula».
Revista Pais e Filhos
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